1 de jul de 2010

Ou não...

Como é mesmo que a gente consegue se doar por inteiro?
Não há fórmula secreta. Sinto que é natural, tanto que a gente quase não percebe. E quando percebe, já é tarde, madrugada.
E cansa, às vezes.
Ainda assim, cansaço não é sinal de entrega. Pode ser até sinal de inércia.
A certeza de que se chegou ao limite da mente e do corpo vem com o prazer de ter dado o melhor que ambos poderiam conceder.
E isso traz paz ao coração.
O que, para mim, basta.

2 comentários:

Drica Lima disse...

EBAAAAAA...... otimo ler seus testos novamente....saudades fE...lizzzz...... bjo

Sara disse...

"E é sempre melhor o impreciso que embala do que o certo que basta,
Porque o que basta acaba onde basta, e onde acaba não basta,
E nada que se pareça com isto devia ser o sentido da vida..."

***

Gosto tanto de tudo o que você escreve, que bom que voltou a atualizar. Beijos, Fê...liz!